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Colômbia pagará R$ 18,5 milhões para remover 70 hipopótamos de Pablo Escobar

Colômbia pagará R$ 18,5 milhões para remover 70 hipopótamos de Pablo Escobar
Foto: hbieser/Pixabay
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Os hipopótamos de Escobar são considerados o maior rebanho da espécie fora da África

A Colômbia irá exportar 70 hipopótamos que pertenciam ao fundador e líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar, e que hoje vivem soltos pelo país. Os animais serão enviados para Índia e México, com em uma operação avaliada em US$ 3,5 milhões (R$ 18,5 milhões).

As autoridades colombianas planejam capturar e mover metade dos hipopótamos nos próximos meses. Segundo o jornal britânico The Guardian, dez animais serão levados para o Santuário Ostok, no México, e o restante será enviado para outra instalação na Índia, que ainda não tem o nome definido.

De acordo com as autoridades colombianas, e com o proprietário do Santuário de Ostok, Ernesto Zazueta, a operação consistirá em atrair os hipopótamos com iscas para os cercados, onde ficarão presos e colocados em caixotes para as transferências.

Zoológico particular

Na década de 1980, Pablo Escobar criou um zoológico particular em uma das suas fazendas, a Hacienda Nápoles. O narcotraficante gastou na época cerca de US$ 5 milhões na compra de elefantes, zebras, girafas, cangurus e outras espécies, dentre elas, quatro hipopótamos, sendo um macho e três fêmeas. Após a sua morte, em 1993, as autoridades colombianas realocaram algumas das espécies, com exceção dos hipopótamos, em razão das dificuldades de capturar e transportar os animais.

Devido às condições climáticas da região de Magdalena Medio, uma savana de clima quente, cercada por rios e pântanos, os hipopótamos de Escobar se reproduziram, se tornando o maior rebanho da espécie fora da África. As autoridades, inclusive, chegaram a registrar dois ataques contra moradores em 2021.

Esse não é o primeiro movimento do governo colombiano para conter a população de hipopótamos de Escobar. Em 2009, as autoridades tentaram exterminar os animais, mas desistiram devido a pressão popular, após uma foto de um caçador com o cadáver de um hipopótamo ter sido divulgada nas redes sociais.

 

 

 

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Fonte: Itatiaia

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