O rapper Sean “Diddy” Combs se vê envolvido em uma séria acusação de violência sexual novamente. Desta vez, a denúncia envolve seu filho, Justin Combs, que é acusado de ter atraído uma mulher do estado da Louisiana para Los Angeles, onde, segundo a vítima, ela foi estuprada por Diddy e mais dois homens.
Conforme informado pelo Page Six, o jovem teria convencido a mulher a viajar para a Califórnia em abril de 2017, prometendo ajuda para sua carreira na indústria do entretenimento.
Os detalhes da acusação
A mulher conheceu Justin Combs, hoje com 31 anos, através do Snapchat em 2017. Na época, ele a solicitou fotos íntimas, o que ela concordou em enviar. Logo após, ele a convidou para passar um fim de semana na Califórnia, alegando que poderia auxiliá-la devido aos contatos influentes de seu pai.
Ao chegar em Los Angeles, a mulher foi levada pelo motorista para uma casa em Beverly Hills, onde passou a sua primeira noite com Justin. Durante uma interação, a mulher questionou se sairiam do local e ele respondeu que não. Nos dias seguintes, ela relata que foram oferecidos a ela álcool e outras substâncias psicoativas.
Após consumir as drogas, três homens usando máscaras entraram na casa, e um deles foi identificado pela vítima como Sean Combs. Apesar de não ter visto o rosto dele, a mulher afirma ter reconhecido seus maneirismos.
“É melhor você deixar isso acontecer, ou então…”, disse um dos homens antes do ataque.
A vítima relata que foi estuprada por todos os três homens, com os abusos durando até a tarde do dia seguinte. Após a experiência traumática, ela foi levada de volta ao aeroporto.
Reação ao processo
O advogado de Diddy prontamente negou todas as alegações, afirmando: “Não importa quantos processos sejam movidos, isso não muda o fato de que o Sr. Combs jamais abusou sexualmente ou esteve envolvido em tráfico sexual de qualquer pessoa.” O advogado ressaltou que existe um sistema judicial que ajudará a esclarecer a verdade.
É importante destacar que Sean Combs encontra-se detido desde 16 de setembro, enfrentando acusações de liderar uma rede de tráfico sexual e extorsão. Durante a última audiência, ele optou por não se pronunciar, manifestando confiança no juiz responsável pelo caso.







