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Reunião entre Lula e reitores das UFs é adiada para segunda (10)

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Na reunião aconteceriam a discussão sobre o Novo PAC das UFs e a greve nas federais

Na próxima segunda-feira (10), irá acontecer a reunião entre os reitores das universidades e institutos federais e o presidente Lula (PT). A postergação da reunião – provavelmente – aconteceu devido à viagem ao Rio Grande do Sul que o político fará na próxima quinta-feira (06).

Nesse sentido, a reunião acontece logo após a polêmica negociação de salários dos professores do ensino superior. Assim, a greve dos docentes e a paralisação dos técnicos-administrativos seguem há mais de 50 e 90 dias, respectivamente.

De acordo com a presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que também é reitora da UnB, Márcia Abrahão, os reitores desconhecem o conteúdo do Novo PAC. “Esperamos também que seja abordado o tema da greve, mas gostaríamos que até lá já estivesse estabelecido um acordo entre governo e sindicatos”, comenta.

Dessa forma, o governo Lula vem sofrendo uma pressão constante da área da educação superior. Esta que, constantemente, reafirma a negligência de ações, projetos e repasses para as instituições públicas de ensino superior. Além do reajuste salarial,  os docentes pedem melhores planos de carreira e mais investimento nas UFs e IFs.

Reunião de abril

Em abril, os ministros e o presidente da república se reuniram com a diretoria da Andifes e realizam uma reunião melhor. Nesta ocasião, marcaram um novo encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para resolver a questão dos orçamentos das Universidades.

A reitora da UnB reforça que, na semana anterior, deveria ter acontecido uma outra reunião com o ministro da Educação Camilo Santana. No entanto, o ministro desmarcou o encontro e a reitora segue em contato com o político para uma nova data.

“[Santana] me ligou em 28 de dezembro dizendo que ia trabalhar para recompor aquele valor que tinha sido retirado na aprovação da Lei Orçamentária Anual. E realmente foi realizada a recomposição dos R$ 242 milhões. É muito pouco ainda. Mas foi um compromisso que o governo tinha assumido com a Andifes e cumpriu. E todos sabem que não é o suficiente”, afirmou.

Foto destaque: Reprodução/Evaristo Sá

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