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Telegram faz campanha contra PL das Fake News e cita censura

Empresa disse que a PL vai matar a internet moderna no Brasil (foto: Pixabay/Reprodução)
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Aplicativo compartilhou mensagem com seus usuários em que ataca o texto do projeto de lei das Fake News

 

O aplicativo de mensagens Telegram enviou uma mensagem aos seus usuários, na tarde desta terça-feira (9/5), fazendo campanha contra o Projeto de Lei (PL) 2630/2020, popularmente conhecido como PL das Fake News. Segundo a empresa, o texto dá ao governo “poderes de censura sem supervisão judicial prévia”.

A mensagem ainda diz que o projeto é uma das legislações mais perigosas já consideradas no Brasil, e leva a uma nova mensagem que “explica” a lei. Nessa outra sessão, o aplicativo diz que a democracia está sob ataque no país e que o PL “matará a internet moderna” caso seja aprovado.

“Esse projeto de lei permite que o governo limite o que pode ser dito online ou forçar os aplicativos a removerem proativamente fatos, ou opiniões que ele considera ‘inaceitáveis’ e suspenda qualquer serviço de internet – sem uma ordem judicial”, continua o texto do Telegram, que lembrou que o ministro da Justiça, Flávio Dino, tinha requisitado sanções contra o aplicativo antes mesmo da PL 2630/2020 ser aprovada.
O telegram também chamou a lei de desnecessária, já que o Brasil já possui leis “para lidar com atividades criminosas que esse projeto de lei pretende abranger (incluindo ataques à democracia)”, disse outro trecho. No texto o aplicativo também disponibiliza um link para que os usuários cobrem Deputados Federais a votar contra a proposta.
Aplicativo diz que a Lei recebeu 20 emendas e que precisa de debate
(foto: Telegram/Reprodução)

Dados incompletos de neonazistas

No dia 26 de abril a Justiça Federal havia determinado a suspensão o Telegram no Brasil, após a plataforma entregar dados incompletos de grupos neonazistas que arquitetavam ataques às escolas brasileiras.
“”A PF pediu e o Poder Judiciário deferiu que a rede social que não está cumprindo as decisões — no caso, o Telegram — tenha uma multa de R$ 1 milhão por dia e suspensão temporária das atividades”, citou Dino em coletiva de imprensa
Os dados foram solicitados depois que a investigação sobre o ataque a uma escola em Aracruz, no Espírito Santo, que deixou quatro pessoas mortas e outras 12 feridas, apontou a interação do assassino com grupos de conteúdos antissemitas no Telegram.

 

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Fonte: Estado de Minas

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