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Quando o corpo começa a reclamar: a Síndrome Músculo-Esquelética da Menopausa

Dor nas articulações, fraqueza muscular, ossos que parecem menores… Entenda por que isso acontece e o que podemos fazer juntas. Sabe aquela dorzinha que aparece do nada? O corpo que parece cansar mais fácil, os ombros que pesam, os joelhos que reclamam? Muitas mulheres pensam que é apenas a idade chegando… mas nem sempre é só isso. Essa fase pode trazer mudanças que vão muito além dos hormônios — e o corpo, como um bom mensageiro, começa a falar com a gente.

O que é essa síndrome?

A Síndrome Músculo-Esquelética da Menopausa é um conjunto de sintomas que envolvem dor articular, rigidez, fraqueza e perda de massa muscular, muitas vezes relacionados à queda dos níveis hormonais, especialmente do estrogênio. Ela afeta músculos, ossos e articulações, e pode comprometer a qualidade de vida da mulher.

Por que isso acontece?

O estrogênio exerce um papel protetor sobre o sistema músculo-esquelético: mantém a força e a elasticidade muscular, protege a densidade óssea e contribui para a lubrificação das articulações. Com a queda hormonal da menopausa, há maior tendência à inflamação, desgaste articular e perda de massa muscular.

Quais são os sintomas mais comuns?

Dor nas articulações (principalmente joelhos, ombros e mãos), rigidez ao acordar, sensação de corpo travado, fraqueza, fadiga e diminuição da força. Algumas mulheres relatam dificuldade para realizar atividades simples, como subir escadas ou levantar de uma cadeira.

O que pode ser feito?

Exercícios físicos regulares, especialmente musculação e atividades que estimulem o equilíbrio e a resistência, ajudam muito. Uma alimentação equilibrada, rica em proteínas e cálcio, também faz diferença. Em alguns casos, a reposição hormonal pode ser indicada, sempre com avaliação médica individualizada. Além disso, terapias complementares, fisioterapia e acompanhamento especializado contribuem para aliviar a dor e melhorar a mobilidade.

Entre dores e descobertas, a menopausa nos ensina que o corpo fala — e o amor-próprio escuta.

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